Minha vida sempre transitou entre o palco e o estudo da alma — e Rock no Olimpo é o ponto onde essas duas estradas finalmente se encontram.
Comecei no teatro aos 20 anos, já como professora de educação física, e logo depois busquei formação em canto, piano e violão na Escola de Música Villa-Lobos.
Morando na Inglaterra, criei a ETAC — Escola de Tarot para o Autoconhecimento. O esoterismo e a tarologia sempre estiveram comigo.
Como professora de educação física, criei uma metodologia para levar a meditação às salas de aula e publiquei o livro que dá nome a ela. Capacitei centenas de professores antes de me aposentar dessa frente.
Em paralelo, atuei como psicóloga clínica por quase duas décadas — outra aposentadoria, outra camada de escuta que carrego pro palco hoje.
Depois de aposentada das duas profissões, voltei à música. Na pandemia, peguei a guitarra pela primeira vez.
Sou cantora e guitarrista, e uso a arte para transmitir o que compartilho no meu canal do YouTube — esoterismo, tarot, psicologia e a Lei do Tempo do Tzolkin.
Meu canal do YouTube foi o veículo de divulgação da oficina Faces da Deusa — o mesmo conteúdo que estou usando agora para roteirizar o Rock no Olimpo.
É a mesma linguagem de sempre — esoterismo, tarot, psicologia e a Lei do Tempo — só que agora traduzida em música, presença e teatro, ao vivo.
Rock no Olimpo é um concerto-teatro sobre deusas gregas como arquétipos vivos do feminino — força, desejo, ruptura, cuidado — traduzidos em rock and roll.
A pré-estreia em Estúdio Stigmata é a primeira vez que esse universo sobe ao palco: um formato intimista, pra quem quer estar entre os primeiros a ver a peça inteira nascer.
Toda mulher que comprar ingresso recebe o teste de calibragem das deusas — pra chegar ao evento já calibrada.